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Arte carolíngia

A arte sofreu uma grande influência das culturas grega, romana e bizantina. Destacam-se a construção de palácios e igrejas. As iluminuras (livros pequenos com muitas ilustrações, com detalhes em dourado) e os relicários (recipientes decorados para guardar relíquias sagradas) também marcaram este período.


Iluminura de Carlos Magno sendo coroado pelo papa Leão III (ano 800)


Relicário

Enfraquecimento do império

Carlos Magno morreu em 814. Foi sucedido por seu filho, Luis, O Piedoso, que governou até 840. Os filhos de Luis disputaram, durante três anos, a sucessão do império. Em 843, pelo Tratado de Verdun, o Império Carolíngio foi dividido em três reinos distintos, cabendo a parte ocidental a Carlos, o Calvo; a parte oriental a Luis, o Germânico; e a parte central a Lotário.


Fonte: http://www.juserve.de/rodrigo/atlas%20historico/atlas%20historico.html

O desmembramento do Império Carolíngio pôs fim à tentativa de unificação da Europa ocidental sob comando de um único monarca cristão.

O Império Carolíngio hoje

O Império Carolíngio corresponde aos territórios de França, Bélgica, Holanda, Alemanha, Suíça, Áustria, Hungria, Eslováquia e República Tcheca, além de territórios do norte e centro da Itália, de parte da Espanha e do norte da península Balcânica.

Como referenciar: "Arte carolíngia" em Só História. Virtuous Tecnologia da Informação, 2009-2020. Consultado em 07/08/2020 às 15:35. Disponível na Internet em http://www.sohistoria.com.br/ef2/carolingio/p2.php

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