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Relato de um sobrevivente da Bomba Atômica - Segunda Guerra Mundial

Inicialmente parecia um relâmpago, num céu sem nuvens. Mas a onda de calor que surgiu segundos depois começou a derreter tudo o que era sólido, telhados, paredes, casas inteiras. Todos os seres humanos que se encontravam nas proximidades da área em que a bomba  detonou forma incinerados e deles só restou a silhueta nos calçamentos das ruas, como se fosse um negativo de uma fotografia. Depois começou a soprar um vento com uma velocidade de mais de 800 quilômetros por hora, e incendiava tudo; em seguida começou  a chover. Milhares de pessoas vagavam às cegas procurando fugir do inferno e quando chegavam aos subúrbios outras pessoas perguntavam  de onde aqueles “negros” com características orientais tinham surgido. E eles respondiam: “Vimos um clarão no céu...e ficamos assim”.

(PEDRO, Antônio. A Segunda Guerra Mundial. São Paulo: Ática, 1986, p. 62.)

 

Hiroshima em três momentos: o lançamento da bomba, a devastação e o memorial construído em homenagem aos mortos.


Foto  de 1º de abril de 1946, mostra a destruição total da cidade de Hiroshima, no Japão, pela bomba atômica lançada em 6 de agosto de 1945.



O Memorial da Paz de Hiroshima, chamado Cúpula Genbaku ou Cúpula da Bomba Atómica , localiza-se em Hiroshima, Japão.

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